“Google+ (pronunciado e as vezes escrito Google Plus, as vezes abreviado G+) é uma rede social em desenvolvimento. O serviço foi lançado em 28 de junho de 2011, em uma fase de testes por convite. No dia seguinte, os usuários existentes foram autorizados a convidar amigos, que estão acima de 18 anos de idade, ao serviço para criar suas próprias contas.
Construída para agregar serviços sociais do Google, como Google Profiles, Google Buzz e Picasa Web, também introduz muitas características novas, incluindo Círculos (grupos de amigos), Sparks (sugestões de conteúdo), Hangouts (chat por vídeo) e Huddles (chat em grupo). É dita como a maior tentativa da Google de abater a rede social Facebook, que tem no momento, mais de 700 milhões de usuários. Ainda em período de testes fechados, alcançou 10 milhões de usuários.”
Das redes sociais mais famosas e bem sucedidas, o Google+ é a mais nova. O perfil de seus usuários ainda é algo a se estudar e documentar, mas algumas considerações já podem ser claramente feitas, como por exemplo:
- quando o Google+ apareceu, praticamente só os nerds de plantão sabiam da coisa, tinham algum contato infiltrado e conseguiram um convite (é, eu fui um q entrou no primeiro dia XD)
- a maioria dos usuários brasileiros o confundiram como um concorrente do Facebook e começaram o tratar como tal.
- As atividades dos usuários no G+ pareciam bem similares com as atividades que tinham no Facebook, como por exemplo usá-lo apenas para postar e compartilhar novidades, piadinhas e etc.
- Uma de suas principais funções acabou sendo esquecida por muitos usuários e provavelmente nem usada também, que são os hangouts, conversas em grupo, videoconferência e etc.
- O público em sua maioria são jovens
- O público mais adulto que costuma usufruir de suas principais ferramentas, até mesmo como ferramenta de trabalho e networking, que no caso são as videoconferências, hangouts e etc.
- Durante um bom tempo, depois de seu batizado, o G+ serviu de palco para piadinhas entre Facebook e G+, nas quais o G+ sempre levava vantagem sobre o Facebook
- Em pouco tempo o G+ começou a “morrer”. A frequência de postagens diminuiu bastante e quase não se vê mais atividades como antes.
Pois é, os veteranos dessa nossa querida rede mundial de computadores lembram muito bem desse nome. Trata-se do pioneiro de buscas no Brasil (SIM! Alguém um dia já esteve no lugar do Google. E por muito tempo!) há muito tempo atrás. Mas o sistema e as buscas não eram feitas como hoje em dia, você precisava entrar no site do Cadê? e cadastrar o seu site, então seria feita uma verificação e em algum tempo o seu site estava lá no banco de Cadê? prontinho para ser buscado, achado e acessado. Você mesmo colocava suas descrições, o nome e endereço e cadastrava o seu site. Nada de bots automáticos lendo seu site, metatags ajudando na descrição ou técnicas de SEO ajudando o seu site ficar sempre posicionado na busca.
A seguir, a história do Cadê? contada com mais detalhes. (wikipedia)
“O Cadê? começou como Gustavo Viberti que, inspirado pelo norte americano Yahoo!, catalogava páginas da internet e disponibilizava os endereços na sua pagina pessoal. Mas foi Fabio de Oliveira quem acreditou que a empresa poderia ter sucesso, passando a se dedicar integralmente a divulgação da página e a busca de anunciantes para seu negocio. O maior problema da empresa no seu início, segundo os próprios fundadores, era a demora para catalogar as novas páginas, já que a rede crescia extremamente rápido e todas as novas páginas catalogadas passavam por verificação humana, diferente de outras maquinas de busca, como por exemplo o Altavista, que incluiam as novas páginas automaticamente.
Outra dificuldade encontrada no início da empresa “Cadê?” pelos seus fundadores era mostrar as agências de publicidade, possíveis clientes do “Cadê?”, que a internet era um nova mídia que deveria ser explorada pela publicidade, já que na época não havia nenhum tipo de publicidade on-line.
Com isso o Cadê? foi comprado por várias empresas, mas hoje atualmente é do Yahoo!, tornando-se Yahoo! Cadê?
O Cadê? se propunha, com sua equipe e os seus usuários entrar na página e cadastrar seus sites, produtos ou serviços. Era como um repositório da Web do Brasil. E conseguia suprir as necessidades dos usuários brasileiros.
Já o Altavista, inversamente ao Cadê, buscava as informações e atendia às necessidades dos usuários. O site usava bots com uma inteligência regular para capturar dados da Web e repassá-los aos usuários.
Esses dois sites de busca eram os melhores para o público brasileiro e foram os mais populares até o final de 1999. Assim, o Google começou a ganhar popularidade. Ele foi criado em 1998. As pessoas percebiam que o novo buscador era incomparável aos outros, apesar de serem eficientes.
Com um algoritmo esperto e um sistema de ranking com base em diversas informações cruzadas, o Google repassava aos internautas dados mais relevantes, apresentados de forma hierárquica e que, como um oráculo, iam diretamente no que o internauta tinha em mente. E não era magia, era tecnologia.
E com essa tecnologia, O Google foi o responsável por acabar com o reinado do Cadê? e do Altavista. O Cadê, hoje em dia, pertence ao Yahoo!, que tem um bom mecanismo de busca e tentou usar a marca para dar mais visibilidade ao seu próprio buscador na época da aquisição.
O Altavista, que teve o ápice de popularidade de 1995 até o começo dos 2000, ainda resiste, mesmo que timidamente. E às vezes é lembrado quando trata-se de tradução, já que foi o primeiro a possuir a primeira ferramenta de tradução de palavras ou sites, o BabelFish.”
E com a aparição do Google, como conta a própria história, foi que o tão querido Cadê? dos brasileiros deixou de ser a principal ferramenta de buscas. Ainda me lembro até hoje dos vários sites que eu fazia no HPG e cadastrava no Cadê? com toda aquela ingênua esperança de que algum dia seria um grande portal. Ô época XD
R2F: Por que decidiu criar o blog?
Érika: Pra extravazar.
R2F: O que lhe motiva a postar?
Érika: Principalmente momentos de reflexão.
R2F: O que você espera que os visitantes do seu blog pensem ao entrar no seu blog?
Érika: Eu não penso muito no conteudo para outras pessoas, utilizo a ferramenta mais como um diário eletronico. é claro que as outras pessoas podem ver, e tudo o mais. Espero que elas se identifiquem, ou, pelo menos, não me achem muito desequilibrada.
R2F: Que tipo de retorno você espera de seus visitantes?
Érika: Bem, como eu disse, eu não espero um feedback direto de meus visitantes. Acredito que o que posto, por ser bastante pessoal, às vezes chama a atenção dos outros, e fico feliz quando esse ou aquele me abordam em alguma rede social elogiando e/ou criticando meu blog. Mas mesmo assim, não é algo que eu tenha como meta ao produzir conteúdo.
R2F: Você pretendia dominar o mundo quando criou o blog?
Érika: Não.
R2F: Você espera que algum dia a Dilma ainda visite o seu blog e se emocione com seu conteúdo e faça do Brasil um país melhor?
Érika: Não.
R2F: Você pretende algum dia criar um tipo diferente de blog ou até mesmo um com fins comerciais?
Érika: Por enquanto não, mas acredito que será bastante útil dominar esse tipo de tecnologia e utilizá-la em meu favor para algum tipo de consultoria em minha área (medicina) no futuro.
R2F: Já pensou em fazer alguma parceria ou montar algum blog com mais colaboradores?
Érika: Sim, mas é algo que demanda tempo e encontrar os parceiros certos, que compartilhem interesses e que tenham habilidades complementares.
R2F: Para finalizar, qual recado você gostaria de deixar para os seus fiéis leitores?
Érika: Obrigada por me acompanhar.
Entrevista feita por Arthur F.
Concedida por Érika de Freitas do http://arthelles.tumblr.com/